A VIDA
Já perdoei
erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, me decepcionei com pessoas quando nunca
pensei me decepcionar, mas, também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, dei risada quando não podia, fiz amigos
eternos, amei e fui amado, mas, também já fui rejeitado. Já fui
amado e não soube amar.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, vivi de amor e fiz juras
eternas, mas, “quebrei a cara” muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, liguei só pra escutar uma
voz, me apaixonei por um sorriso, pensei que fosse morrer de tanta
saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo!),
mas, sobrevivi.
E ainda vivo!
Não passo pela vida e você também não deveria passar. Viva!
Bom mesmo é ir a luta com muita determinação e perseverança,
abraçando a vida, ajudando nosso semelhante e vivendo com paixão,
sabendo perder com classe e vencer com ousadia, pois, o triunfo
pertence a quem vai à luta, se atreve e não desiste de seus sonhos.
A vida é algo muito importante para ser insignificante.
Amor é a misteriosa força de afinidade universal, que atrai os elementos e seres, unindo-os, em íntima harmonia, para a maravilhosa obra da geração da vida". Por sua mágica influência, tudo surge do caos e da Terra. Os artistas representam-no dotado de asas e armado de flechas e setas fatais, que atravessam os corações, ou de facho que os devora. Tem sido e será sempre manancial fecundo das mais ardentes inspirações dos poetas
A História de Cupido e Psique
Psique era uma jovem tão linda que Vênus passou a ter ciúmes dela. A deusa deu ordens a Cupido para induzir Psique a apaixonar-se por alguma criatura de má aparência, porém o próprio Cupido tornou-se seu amante. Cupido a pôs num palácio, mas somente a visitava na escuridão e a proibiu de tentar vê-lo. Movidas pelo ciúme as irmãs de Psique disseram-lhe que ele era um monstro e iria devorá-la.
Certa noite Psique pegou uma lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Excitada diante da visão de sua beleza ela deixou cair sobre Cupido uma gota do óleo da lamparina, e o despertou. Por causa disso o deus abandonou-a, ressentido pela sua desobediência. Sozinha e cheia de remorsos Psique procurou o amante por toda a terra, e várias tarefas difíceis lhe foram impostas por Vênus. A primeira delas foi separar na escuridão da noite as impurezas de um monte enorme de várias espécies de grãos, porém as formigas apiedaram-se de Psique e vieram em grande número para realizar a tarefa por ela.
E assim, por um meio ou por outro, todas as tarefas foram executadas, exceto a última, que consistia em descer ao Hades e trazer o cofre da beleza usado por Perséfone. Psique havia praticamente conseguido realizar a proeza, quando teve a curiosidade de abrir o cofre; este continha não a beleza, e sim um sono mortal que a dominou. Entretanto Júpiter, pressionado por Cupido, consentiu finalmente em seu casamento com a amante, e Psique subiu ao céu.
"Embora sem um templo, embora sem altar!"
A história de Cupido e Psique é, geralmente, considerada alegórica. Psique em grego significa borboleta como alma. Não há alegoria mais notável e bela da imortalidade da alma como a borboleta, que, depois de estender as asas, do túmulo em que se achava, depois de uma vida mesquinha e rastejante como lagarta, flutua na brisa do dia e torna-se um dos mais belos e delicados aspectos da primavera. Psique é, portanto, a alma humana, purificada pelos sofrimentos e infortúnios, e preparada, assim, para gozar a pura e verdadeira felicidade.
Nas obras de arte, Psique é
representada como uma jovem com asas de borboleta, juntamente com
Cupido, nas diferentes situações descritas pela
fábula. 
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